domingo, 30 de novembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Gaivota
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Gaivota
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
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Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
Gaivota
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
as aves todas do céu,
me dessem na despedida
o teu olhar derradeiro,
esse olhar que era só teu,
amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
no meu peito morreria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito
bateu o meu coração.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Tudo passa
29 Agosto 2005
POEMA
POEMINHA DO CONTRA - Mário Quintana
Medo, passa. Saudade, passa. Chuva, passa. Verão, passa. Impressão, passa. Frio, passa. Calor, passa. Dúvida, passa. Sonho, passa. Vontade, passa. Paixão, passa. Filme, passa. Tristeza, passa. Ferro, passa. Roupa, passa. Insegurança, passa. Desespero, passa. Felicidade, passa. Pomada, passa. Fantasia, passa. Vergonha, passa. Primavera, passa. Agitação, passa. Uva, passa. Banana, passa. Dor, passa. Ansiedade, passa. Outono, passa. Sono, passa. Dia, passa. Noite, passa. Preguiça, passa. Tormenta, passa. Vazio, passa. Carro, passa. Sentimento, passa. Tristeza, passa. Tempo, passa. Gente, passa. Momento, passa. Infância, passa. Ilusão, passa. Vida, passa. Beleza, passa. Trem, passa. Aperto, passa. Doença, passa. Imaturidade, passa. Ônibus, passa. Avião, passa. Sofrimento, passa. Alegria, passa. Raiva, passa. Mágoa, passa. Vento, passa. Inverno, passa. Fome, passa. Ilusão, passa.
Postado por Rina às 16:05
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POEMA
POEMINHA DO CONTRA - Mário Quintana
Medo, passa. Saudade, passa. Chuva, passa. Verão, passa. Impressão, passa. Frio, passa. Calor, passa. Dúvida, passa. Sonho, passa. Vontade, passa. Paixão, passa. Filme, passa. Tristeza, passa. Ferro, passa. Roupa, passa. Insegurança, passa. Desespero, passa. Felicidade, passa. Pomada, passa. Fantasia, passa. Vergonha, passa. Primavera, passa. Agitação, passa. Uva, passa. Banana, passa. Dor, passa. Ansiedade, passa. Outono, passa. Sono, passa. Dia, passa. Noite, passa. Preguiça, passa. Tormenta, passa. Vazio, passa. Carro, passa. Sentimento, passa. Tristeza, passa. Tempo, passa. Gente, passa. Momento, passa. Infância, passa. Ilusão, passa. Vida, passa. Beleza, passa. Trem, passa. Aperto, passa. Doença, passa. Imaturidade, passa. Ônibus, passa. Avião, passa. Sofrimento, passa. Alegria, passa. Raiva, passa. Mágoa, passa. Vento, passa. Inverno, passa. Fome, passa. Ilusão, passa.
Postado por Rina às 16:05
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
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